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Mostrando postagens de Maio, 2009

Aniversário desperdiçado?

É um dia especial
Uma forma de ritualizar a vida
Um tempo para celebrar
Para lembrar e ser lembrado
E, se justamente neste dia
Ou precisamente neste dia
Os astros tiverem caprichosamente mudado de posição
As energias estiverem circulando equivocadamente
O mundo estiver em convulsão
Ou Deus tiver dado um cochilo?
Dá pra ser na semana que vem?
Quando as coisas fizerem mais sentido
Quando houver algo que me traga fé
Quando, por algum motivo,
Eu estiver a fim de comemorar
E fazer o que se deve fazer no aniversário?
É um dia comum
Levantar, tomar banho ir para o trabalho
O gato arranha a mesma cadeira
No mesmo lugar
E quer atenção
As roupas se acumulam na poltrona
Os livros e papéis pela escrivaninha
Os emails na caixa de entrada
É quinta-feira, como geralmente são as quintas-feiras
Ainda tenho trabalho por fazer
Programas de TV para assistir
O que comer?
Mas, e se na semana que vem o aniversário
Não tiver cara de aniversário
Dá pra adiar mais um pouquinho?
Um dia especial?
Tem tudo o que precisa ter:
Telefonemas, mensage…

Concurso de Teses da SOTER

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Ata da comissão de Pós-Graduação que refere-se ao concurso de teses da SOTER:

4. Prêmio de Tese SOTER: O Conselho do PPG indica as seguintes teses para concorrer ao prêmio SOTER: André Sidnei Musskopf: “Via(da)gens teológicas: itinerários para uma teologia queer no Brasil”. Nívia Ivette Nuñez de La Paz: “Evangelização que comunica e comunicação que evangeliza: comunidade Canção Nova, um novo jeito de ser igreja a partir do entrecruzamento evangelização-comunicação”. Rogério Foschiera: “Autenticidade e educação em Charles Taylor”.

Pazo del Norte - Manuel Villalobos

Así comenzó todo…fue un día cuando el niño Manuelito, descubrió la terrible verdad. Su abuelo durante el periodo de los braceros se había venido al “norte.” Desde entonces, la imagen del norte y las canciones del “Juanga” de que en “la frontera la gente no se mete en lo que no le importa…” lo seguirían como un fantasma. Lamentablemente, el odio sicológico, del cual todos los mexicanos somos víctimas hacia el vecino país, lo hicieron olvidarse de su odisea. Hasta aquel bendito día, que fue expulsado del “insigne” Seminario Conciliar de México, como cuerpo abyecto o por “ser del otro lado” decidió irse al “otro lado”. Llego con su juventud acuesta, de un mes, de un día que no recuerda cuando. Quijoteando en este inmenso país, descubrió que sería siempre “uno de los otros”, descubrió “otros lados”, de opresión, exclusión y fobias. Su cuerpo seria siempre lo “otro”, lo abyecto, lo repulsivo. Pero esto no le causo ningún temor, porque siempre desde niño había sido exiliado de su propio…